Antes de diagnosticar a si mesmo com depressão, antes tenha certeza de que vc não está cercado por idiotas.

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Por: Giro e Notícias

Antes de diagnosticar a si mesmo com depressão ou baixa autoestima, primeiro tenha certeza de que você não está, de fato, cercado por idiotas”. 

(frase atribuída a Freud)

É normal a gente passar por momentos de tristeza e melancolia, baixa autoestima e até mesmo chegar em uma situação de ficarmos deprimidos com algumas situações da vida. Mas será que estamos assim em virtude das pessoas que nos cercam? Pelo fato de elas estarem com padrão vibratório lá embaixo, e por sua vez, nós captarmos inconscientemente esse mesmo tipo de “energia” ?  É preciso que você tenha muito cuidado! 

A regra geral é: para evitar esse tipo de situação, é preciso que você eleve seu padrão vibratório, sinta-se de bem com a vida e afaste-se das pessoas pessimistas, fuja das reclamações, dos desentendimentos e conflitos, afaste-se daquelas pessoas que sempre tem um porém, uma dúvida, um pensamento baixo e inculto, no sentido de não agregar em absolutamente nada.

No entanto, isso não quer dizer que você não deva ouvir opiniões contrárias, e sim que faça um filtro maior das opiniões que você ouve. 

Esse texto não pretende abordar a doença depressão de maneira profunda. O assunto ganhou destaque, após o Youtuber Whinderson ter falado abertamente sobre o tema em sua conta pessoal no Twitter.

Quero apenas trazer algumas reflexões da filosofia freudiana para que você pense sobre esse tema. 

“Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro”.

A vida é repleta de surpresas, aprendizados, desafios, obstáculos, mas mesmo assim, é extremamente importante mantermos um pensamento mais vigoroso e de enfrentamento e aceitação diante dos problemas inevitáveis (como quer Nietzsche em seu livro Assim Falou Zaratustra) coragem, determinação, equilíbrio emocional sempre em dia para que possamos superar as situações do cotidiano com mais sabedoria. 

Sim, o mundo é cruel, você não pode mudá-lo, não tente ser uma revolução para a sociedade, revolucione-se, rompa suas próprias barreiras “A vida te trará dissabores, pode ter certeza disso” – Lou Salomé. 

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“Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer”.

Essa máxima está baseada no pilar da filosofia Sócrates/Platão, e ganha mais vigor com Freud e Jung, através dos estudos do inconsciente. Temos de buscar autoconhecimento sobre nós mesmos, aprender a se autoconhecer é um constante trabalho de nosso “espírito“, para enriquecermos nossa essência com sabedoria, paz e aprendizados incríveis para nós mesmos e, posteriormente, compartilharmos com o outro.  

É preciso olhar para os nossos monstros, nossos demônios, nossas criaturas sombrias que estão escondidas na obscuridade de nossos pensamentos mais perturbadores. 

“Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons”.

É preciso trabalhar mais o nosso lado narcisista, o egoísmo exacerbado, a pretensão desenfreada de querer sempre humilhar aquele que é inferior,  trabalhar nosso eu orgulhoso, a imodéstia e praticarmos mais os sentimentos de consciência coletiva, afinal nós somos seres sociais e precisamos chegar a um acordo comum sem prejudicar ninguém. Podemos começar exercitando o sentimento respeito a tudo aquilo que é diferente de mim, mesmo que eu não goste.

(regra básica de convivência, mas se praticada, evita muitos sofrimentos desnecessários)

Só a experiência própria é capaz de tornar sábio o ser humano”.

Não tenha de medo de viver a vida, explorar os conhecimentos, seja ousado, criativo, arrisque-se com sabedoria, aprenda com os erros e acertos, viva as experiências de cada momento vivido, saiba ouvir, compartilhar e sinta-se mais sábio e feliz, mesmo que as circunstâncias estejam apontando para outra direção.

“Ouse, ouse sempre, não tenha medo de nenhuma imposição social, não tente agradar ninguém, não seja modelo de ninguém, senão para si mesmo, a vida não lhe trará muitos presentes, aproveite aquilo que você tem. Reinvente-se!” – Adaptação do texto de Lou Salomé.

Por: Wanderson Dutch.   

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